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Holding Imobiliária ainda vale a pena?

A Economia tributária em tempos de Reforma Tributária está em pauta. A holding imobiliária foi, por anos, a estrutura preferida para reduzir a carga tributária sobre aluguéis. A Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025, muda esse cenário, mas não elimina suas vantagens.

A partir de 2027, o IBS e a CBS passam a incidir sobre a locação de imóveis, inclusive residenciais. Ainda assim, a legislação prevê redução de 70% da base de cálculo, o que mantém a carga efetiva em patamares inferiores aos da pessoa física, especialmente no longo prazo.

Além disso, a holding imobiliária oferece previsibilidade, possibilidade de crédito de IBS/CBS para locatários PJ e melhor organização sucessória.

Oportunidade estratégica

A holding deixou de ser uma escolha automática e passou a ser uma decisão técnica, que exige análise de perfil patrimonial, volume de receitas, tipo de locação e estratégia familiar.

O planejamento patrimonial e sucessório tornou-se essencial para quem possui bens imobiliários. Diante das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, decidir se a holding imobiliária ainda é o melhor caminho exige uma avaliação estratégica. É preciso considerar aspectos como o perfil do patrimônio, o volume das receitas, o tipo de locação e os objetivos familiares, para determinar se a estrutura de holding oferece vantagens concretas ou se outras alternativas podem ser mais adequadas.

A análise cuidadosa das consequências jurídicas e tributárias permite aproveitar benefícios, como a redução de base de cálculo e a organização sucessória mais eficiente, além de garantir previsibilidade e possíveis créditos de IBS/CBS para locatários pessoas jurídicas.

Com um planejamento bem estruturado, é possível manter a carga tributária em níveis mais baixos e assegurar a continuidade e proteção do patrimônio familiar a longo prazo.

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